Todos necessitam de um Lá

Um lugar que se quer chegar, uma posição em que se quer estar, chame como quiser, eu chamo de Lá. Esse Lá são os desejos, os sonhos, o que se quer, e todos precisamos de um, por mais estúpido que o seu Lá pareça, você precisa dele, e vai precisar de outros pela sua vida, afinal, sem um Lá não há aqui.

Pode-se dizer que tudo surgiu do desejo de um indivíduo. Se o seu Lá é ter uma casa com 25 quartos ou se é ter uma coleção de disco dos anos 80, não importa, o grande pensamento é trabalhar para esse Lá sair dos pensamentos e chegar aos olhares, se tornar real.

Não desista do seu Lá, desistir dele seria fazer a vida perder o sentido, todos tem um Lá, todos necessitam de um Lá,  qual é o seu? Quando esse se concretizar vai precisar de outro, e outro, e outro.

Que o seu Lá se realize, que te traga felicidade. Porque felicidade é ter um Lá para o futuro, um Aqui, e um Lá no passado.

Entrevista com Elpídio Rocha

Graduado em Jornalismo pela UFMG, hoje coordenador do curso de Comunicação Social da Funorte, têm experiência em jornalismo, cinema, quadrinhos e educomunicação, nos concedeu uma bela entrevista para falar de carreira, comunicação, e sobre o projeto Cinema Comentado em que é Presidente. Elpídio também foi idealizador do I Festival de Cinema de Montes Claros em 2007.

Porque você escolheu o curso de comunicação social?

Jornalismo. Foi a necessidade de aprimorar certa capacidade de escrita que eu já tinha desde ensino básico, do ensino fundamental e dentro das opções que são oferecidas, o jornalismo foi o que mais me atendeu, porque a escrita tem um papel extremamente importante na transmissão da informação, do conhecimento e o jornalista tem que produzir sistematicamente, você tem que cumprir prazos, então foi isso que me atraiu para fazer o curso, isso que me levou para o lado dessa profissão.

Você recebeu apoio dos familiares na sua escolha?

Na realidade, meus familiares ficaram um pouco assustados, eles queriam que eu fizesse o curso de medicina, isso foi em 1986, então aqui em Montes Claros, não existia a Unimontes, existia a faculdade de medicina, faculdade de filosofia e faculdade de direito, então eu fiz o vestibular na faculdade de medicina, fui aprovado, fiz o vestibular de jornalismo na UFMG, fui aprovado, cheguei para minha família e falei: já passei em medicina, já passei em jornalismo, vou fazer o curso de jornalismo, depois se tiver vontade continuo fazendo outra coisa. Eles concordaram.

E o curso correspondeu a suas expectativas?

Nenhum curso superior vai atender às expectativas do aluno. A gente trabalha com a perspectiva de que se o curso for muito bom, você vai ter um aproveitamento, que vai depender também muito do esforço, de 50 a 70 por cento do que é passado, porque as estruturas das instituições têm que ser aprimoradas continuamente, então você nunca vai achar uma instituição que seja, assim, perfeita. A UFMG sempre foi uma das melhores faculdades para se fazer comunicação social em Minas Gerais e no Brasil. Na época que eu fiz vestibular, era o segundo curso mais concorrido, só perdia para uma invenção daquela época, era Ciência da Computação. A federal sempre teve uma estrutura muito boa na questão da formação humanista da pessoa, ou seja, você tem uma visão de mundo muito consistente, até porque a orientação era mais marxista, porque era 86: redemocratização do Brasil e avaliação do que foi o ultimo regime militar, essa coisa toda, e a UFMG, especificamente na área de escrita, sempre foi muito boa, a parte de TV era fraca, até porque não tinha equipamentos, as faculdades federais estavam se readequando, não existia informática, o computador só vai entrar nas redações dos jornais com força a partir de 1990, a parte de rádio também era muito boa, mas a melhor parte era o impresso, e era o que me interessava, então para mim ele atendeu de 60,70 por cento perfeitamente o que eu queria.

Você considera o curso de comunicação uma oportunidade de conhecer outras áreas, porque ele vai da sociologia ou jornalismo, foi uma oportunidade abrangente, ou você escolheu porque já queria a escrita, no caso?

Não, o curso de comunicação ele tem uma função generalista, a pessoa tem uma compreensão de mundo do mais amplo possível, com uma fundamentação nessa amplitude. Você tem que ter essa percepção do que é política, sociologia, história, geografia, como optei por ciências humanas, a minha área de preferência sempre foi história e geografia e no caso português, que é fundamental para qualquer curso daquela época até hoje, então ele me atraiu por essa perspectiva de você pode fazer uma leitura de mundo amplo. É um conceito que mantem a profissão até hoje, quanto mais ampla a sua visão, mais interessante, não só no jornalismo, mas nas outras relações também publicidade, relações públicas, cinema que estão ligados à Comunicação Social.

Qual a maior vantagem da profissão?

A maior vantagem é a perspectiva de leitura do mundo, é você entender o que está acontecendo e ter acesso à informação, eu acredito que informação é poder, então quanto mais você sabe mais você entende o que está acontecendo e mais você pode exercitar o poder de transmitir essa informação, mas não é a ideia de que você sozinho vai mudar o mundo, você vai conseguir mudar a si mesmo e algumas pessoas que estão a sua volta.

Quais foram ou ainda são as maiores dificuldades da profissão?

As maiores dificuldades ainda são a defasagem tecnológica, você nunca vai conseguir ter um acesso extraordinário a equipamentos, porque a mudança é muito rápida. Sempre você vai ter que correr atrás para poder superar isso, a questão tecnológica que é fundamental a comunicação, não é exigência fundamental que a pessoa entenda da tecnologia, você tem que saber produzir conteúdo, você vai usar plataformas diferentes para produzir esse conteúdo, essas plataformas podem ser internet, rádio, televisão, jornal impresso. Você precisa saber produzir conteúdo e entender como o equipamento funciona, a câmera que eu usei a dois anos, a que eu uso hoje e a que estou usando daqui 2 anos, a base é a mesma, se eu sei ligar, desligar, enquadrar, filmar, editar, não tem problema, o que vai mudar é que o programa que eu vou usar daqui a 2 anos vai ser muito mais rápido do que o programa que eu uso hoje, que é muito mais rápido do que o que eu usei há 2 anos.

Você acredita que exista um pré-requisito para a pessoa entrar na área de jornalismo?

Nós fizemos um encontro de jornalistas em assessoria de comunicação em Caxambu, foram vários palestrantes, um deles se chama Luiz Gonzaga Mineiro, ele é um jornalista que passou pelo rádio e pela tevê, trabalha com internet e foi um dos responsáveis pela implantação da TV alterosa em vários estados no momento em que o Silvio Santos estava investindo, principalmente, em jornalismo, então ele falou que para fazer jornalismo você tem que gostar de ler, gostar de escrever e você tem que ser um tanto quanto meio comunista, porque você vai ter que desconfiar de tudo, você nunca deve aceitar a primeira versão, se não souber desista. Saber ler e escrever que você aprendeu com a tia no primário, lá com a professorinha do maternal, lá com o pré-vestibular, não vai ser na faculdade que você vai aprender, você vai aprimorar, se você não souber, não mexa com isso. Tudo que o pai e a mãe falam são importantes, mas você tem que entender que o que o pai e mãe falam representa o que eles pensam, talvez não seja o que você pensa, também não quer dizer que o que você pensa seria o correto. Desconfie, isso é fundamental, além de saber ler e escrever.

Em sua opinião, qual a importância da área de comunicação na sociedade atual?

A comunicação é a informação, informação é poder, quanto mais informada a pessoa estiver mais ela vai entender o que acontece a sua volta, a informação está na base, em qualquer coisa que a pessoa faça, nas coisas mais simples, estou dentro da sala de aula eu preciso saber como a Europa funciona, porque se o euro acabar, em que isso vai afetar no Brasil? Vai afetar o Brasil de forma macro porque a economia brasileira vai perder um consumidor e isso vai afetar desde a mim, que de repente trabalho escrevendo jornal e o jornal vai diminuir assinatura até aquela pessoa que trabalha na fábrica e o dono vai chegar e falar: quebrou a Itália, não vamos mais vender para ela, nós temos 50 funcionários e vamos demitir 25, vamos demitir os 25 mais novos ou os 25 mais antigos? Como hoje você vive em uma sociedade que há informação a todo o momento, principalmente por causa da internet, da propaganda, rádio, tevê na internet, todo esse processo macro, rádio na internet, alguém tem, de certa forma, que fazer um filtro, o jornalismo é isso, é você pegar o máximo de informação, passar esse máximo de informação da melhor maneira possível, para um número maior de pessoas, decodificar para que elas entendam. Se elas vão mudar por causa disso ou não, já não é papel seu, que ela tem direito de receber essa informação da maneira mais clara possível, tem sim. E você como jornalista, um dos seus deveres é esse.

Com o enorme leque de opções que tem as áreas de trabalho, o que você diria para um aluno que quer seguir esse curso?

É a questão de você trabalhar com a multimidialidade, a plataforma do futuro é a internet, ela de certa forma é uma soma de tudo aquilo que tem no impresso, no rádio e na tevê, então é lidar com o que será a internet daqui um tempo, como é que a informação do rádio, da tevê, do impresso pode ser aplicada da melhor forma na internet. Não existe mais aquele momento: eu abro meu computador só para mandar e-mail, eu não faço a mínima ideia do que são redes sociais. Você pode até não estar nas redes sociais, mas você tem que saber que isso existe, então é essa questão de preparar para essa multimidialidade, esta mistura geral que a web oferece, lembrando que a base de tudo é a capacidade de ler e de escrever, quando eu digo escrever não é simplesmente o texto impresso, escrever, por exemplo, um texto de rádio, saber que o texto de rádio precisa mais da voz, tevê precisa da imagem, o texto da internet hoje vem com a ideia do hipertexto, que você clica na palavra e te leva num link e te abri outra opção, e se você clicar em outra palavra vai abrir outro texto, e de repente seu texto inicial está aqui e você está a 10 textos distantes, a amplitude, essa diversidade, esse hipertextualidade, é o que a internet oferece.

Você é coordenador e Palestrante do Cinema Comentado, você foi convidado pela prefeitura ou é um projeto seu?

O Cinema Comentado ele surgiu em 2003, foi criado por um estudante de ciências sociais, de sociologia, chamado Fernando Rodrigues, foi o Fernando e a namorada dela, que se chamava Ludmila, ele não são mais namorados, mas ela ainda se chama Ludmila, não mudou de nome (risos). Ele trabalhava com assessor do Sued Botelho, nessa época vereador, e naquela verba parlamentar que eles têm direito, o Sued que sempre teve ligação grande com cinema, ele e Aroldo Pereira tentaram fazer o Cineclube em Montes Claros, lá nos anos 80, perguntou para o Fernando como fazer algum projeto ligado a cinema, o Fernando tem uma coleção particular de uns 500 VHS, fitas de vídeo antigas, e mais uma grande quantidade de DVDs também, mais atuais e ele propôs para fazer sessões para exibir os filmes e depois comentam com a plateia os filmes e deixem que as pessoas falem com uma perspectiva de Cineclube, o Sued liberou a verba para comprar o projetor e a tela e o Fernando começou a fazer essas sessões na Câmara de Vereadores de Montes Claros, em 2004 ele me convidou para participar do projeto, discutir os filmes e junto à plateia, e comecei a trabalhar com ele desde então. Nós ficamos fazendo sessões na câmara até 2005, foi quando o Athos e o Sued foram eleitos prefeitos e vice-prefeitos de Montes Claros, em meados do ano esse projeto foi encampado pela secretaria de Cultura, nós saímos na câmara de vereadores e passamos a fazer sessões na sala Geraldo Freire, que fica ao lado da câmara, desenvolvemos esse projeto até o final do governo do Athos e do Sued em 2008, com o final do governo, com a mudança de prefeito, o projeto foi desligado da secretaria de cultura, e o uso da sala Geraldo Freire se tornou mais complicado pelas mudanças políticas.

Com o final de 2008, o projeto se desvinculou da secretaria de cultura e fizemos uma parceria com o SESC, as sessões hoje acontecem na sala de convenções do SESC, todos os sábados às 19 horas, que é o horário que fazemos as sessões desde 2003, o projeto continua firme e forte dentro dessa perspectiva. Em 2009 o Cinema Comentado virou uma associação cultural na qual o Fernando foi o primeiro presidente e eu fui o diretor administrativo, agora em 2010, 2011, teve uma nova eleição e eu assumi o cargo de presidente da Associação Cinema Comentado, o Fernando se tornou responsável pela programação e existem mais 6 pessoas que participam do projeto com a gente. O projeto a função dele é basicamente valorizar o cinema Brasileiro, oferecer para o espectador, um tipo de filme diferente daquilo que se vê no shopping ou que você vê na televisão, e estimular a produção de filmes, a pessoa entender que ela pode pegar uma câmera, a partir do momento que se tem uma noção cinematográfica, fazer filme, claro que no primeiro momento vão ser mais audiovisuais que propriamente filmes, mas o projeto se encora nesses três objetivos. A discursão do filme depois que acaba a sessão é algo que já se faz no país desde anos 80, então nós só estamos desenvolvendo um projeto com a especificidade do norte de Minas, realizado em Montes Claros.

O que tem de mais positivo no projeto?

A questão de você perceber que o cinema brasileiro é excelente, tem filmes brasileiros que são absolutamente brilhantes e você não tem acesso pela questão política, um filme americano dá muito mais dinheiro, a cópia do Amanhecer são 500, no Brasil são 2 mil cinemas.Como você vai publicar seu filme? 500 pastas passam os vampiros, 300 cópias passa O Gato de Botas, as outras salas estão passando Happy Feet, onde vai entrar um filme brasileiro? Então é o que você chama de conquistar espaço e para isso tem que mostrar que o cinema brasileiro tem qualidade, que não é só filme de sexo, violência, palavrão. O preconceito está na cabeça das pessoas, não só no Brasil, mas em todos os países tem esse preconceito, outra questão é desenvolver uma discursão, é a pessoa perceber que ela pode falar: gostei do filme por causa disso, não gostei por causa disso, eu não entendi aquilo ali, eu entendi, só não tinha coragem de dizer e estimular mesmo a produção, os objetivos dele são isso: divulgar conhecimento e estimular a produção, esses são os pontos principais.

Para você quais são as maiores produções do cinema brasileiro, até hoje?

O cinema brasileiro tem coisas fantásticas. “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, dos anos 70 é espetacular. “O Auto da Compadecida”, “Tropa de Elite II” ,“Chico Xavier” é interessante o diálogo que ele faz com o público, “Se Eu Fosse Você”. Eu particularmente gosto de filmes que se colocam foram daquele esquema mais tradicional, de historiazinha com início, meio e fim, certinha, e outros filme que provocam muito mais o expectador. Então eu prefiro muito mais um “Tropa de Elite II”, “Cinema, Aspirina e Urubus”, “O Céu de Sueli”. Agora o filme brasileiro que eu, particularmente, acredito ter um efeito muito grande é “Deus e o Diabo na Terra do Sol” e “Terra em Transe” do Glauber Rocha e alguns documentários “Jogo de Cena”, “Santiago”, eu gosto muito de filme documentário, é uma coisa maravilhosa e toda vez que a gente exibe no Cinema Comentado, traz uma discursão muito importante. Eu ainda acho que o filme melhor é aquele que eu ainda vou assistir, embora tenha assistido muita coisa boa, o que tiver que surpreender ainda vai ser o melhor. Então hoje seriam esses, pode ser que amanhã já tenham mudado.

Há novos planos de projetos futuros?

Em relação ao cinema comentado a gente tem um mostra de cinema sobre o sertão aprovada pelo fundo estadual de cultura, então o governo libera dinheiro para fazer essa mostra, ela vai acontecer em abril ou junho, é só uma questão de formatar a data, de 2012, tem algumas oficinas de capacitação que devem acontecer paralelas a essa mostra e o Cinema Comentado, todo sábado às 19 horas até o dia 17 de dezembro, temos um recesso e depois voltamos no final janeiro, sempre com filme que provocam discursão e também filmes muito interessantes para as pessoas assistirem.

 

 

Transformando sonhos em metas

Tempo, preciosidade para quem tem uma meta, um sonho,um objetivo, um plano traçado para a vida, chame como quiser. Durante um dos meus 9 horários de aulas no início da semana sempre reflito sobre o que realmente faço naquela cadeira desconfortável de escola, durante um exaustiva e longa aula de matemática, sempre me pergunto se realmente vale a pena todo o esforço, e logo que penso em desistir, de deixar de lado, o pensamento de que aquilo é tudo que tenho, tudo que preciso no momento, vem à tona.

Todos temos sonhos, grandes ou pequenos, e todos queremos realizá-los, obviamente. Porém todos fazemos o necessário para alcançar esse desejo? Tenho um grande-pequeno sonho: Me tornar financeiramente independente. Esse é o meu maior sonho, e com ele surgiram inúmeros outros que dependem do maior para existir. Passar em uma universidade pública, terminar o curso, conseguir um bom emprego, progredir no mesmo…Poderíamos até chamar de etapas para a grande meta, e assim, depois de refletir, retorno eu, para a aula.

Se não há um sonho, tudo se torna pior do que parece, mais exaustivo, mais chato, mais insignificante, e assim a vida ganha o mesmo valor do que se faz. Faça tudo com amor, com prazer, clichê? não. Então, só reflita, qual é o seu maior sonho, o que te leva e o que te afasta dele?

A rotina sempre volta

31/07, último dia do mês, último dia de descanso para muitos. As férias da maioria dos estudantes acabam hoje, e ainda tem gente acordando ao meio dia nesse domingão, o que nos resta fazer agora é aproveitar ao máximo esse restinho de sossego. Chame o seu pessoal para um bar, uma sessão de cinema, uma festinha em casa, aproveite, porque amanhã a rotina volta ao normal.

Afinal, é ela, a rotina, que nos ajuda ou nos entedia. Não vejo a hora de voltar para a sala de aula, de zoar com os amigos ou de assistir aulas que acredito que irão me servir de alguma coisa no futuro, porque quando tudo acaba, seja colégio ou universidade, todos sentimos alguma saudades.

Desejo um ótimo volta as aulas para vocês!

Garimpo na TV Aberta

Constantemente ouço pessoas comentando que a tv aberta não têm nada de bom, que a programação se resume em novelas, realities shows e outros programas envolvendo celebridades, por esses motivos aqui vai uma seleção dos programas que vale a pena assistir:

TV Brasil:

Sem Censura: De segunda a sexta às 16 horas, o programa promove debates e apresentações de temas como meio ambiente, cultura e qualidade e vida, conta com convidados ilustres todos os dias.

SBT:

Conexão Repórter: Toda quarta, às 22:30, o programa mostra a realidade de situações que envolvem problemas mundiais, como fome e guerras civis.

Aventura Selvagem: Toda quinta, às 20:15, bichos que talvez nunca vimos e nem iremos ver em zoológicos e um pouco sobre eles.

De Frente Com Gabi: Meia noite, na virada de domingo para segunda, Marília Gabriela explora ou máximo a vida do convidado.

Record

E aí Doutor: De segunda a sexta, 14:30, Novas doenças, velhas doenças, qualidade de vida e um consultinha com o doutor Antonio Sproesser.

Globo

Programa do Jô: De segunda a sexta, 00:50, entrevistas, humor, irreverência, ótima opção para insônia.

Bem Estar: De segunda a sexta, 9:55, dicas para uma vida melhor, mais saudável, de alimentação a tratamentos médicos.

Sábado de manhã: Para quem acorda sábado de manhã, há 5 programa muito bons passando na tv nesse horário:

Globo Educação

– Globo Ciência

– Globo Ecologia

– Globo Universidade

– Ação

Começa a 6:05 e vão até 8:05, com temas como meio ambiente, oportunidades de estudo pelo mundo afora e projetos sociais para começar o sábado com o pé direito.

Bandeirantes

CQC: Custe o Que Custar, o programa trata das notícias da semana com o máximo de humor possível e também denuncia situações como obras inacabadas e políticos que não sabem os assuntos mais simples e mais importantes sobre o nosso Brasil. Toda segunda, às 22:15.

A Liga: Deixei por ultímo por considerar o melhor programa da tv aberta na atualidade, além de mostrar a realidade sobre assuntos que cercam a sociedade brasileira, eles vivenciam o fato, temas incríveis mostrados de todas as perspectivas possíveis, mostram a situação, vivem e opinam. Toda terça, às 22:15.

Morre Diva do Jazz

Por volta das 16 horas da tarde de hoje (23/07) Amy Winehouse é encontrada morta em sua casa, em Londres. A causa ainda é desconhecida, tanto talento e tantos problema em um só ser humano, aos 27 anos Amy deixa um legião de fans do seu talento porém nem tantos seguidores, com a vida regada a álcool e drogas, não se fala em uma boa influência, e a causa da morte  seria aparentemente overdose.

Confesso que acompanho a bela carreira da cantora a muitos anos, a minha preferida dessa diva, que será imortal  para todos nós, é Tears Dry On Their Own, conferi:

Amy Winehouse e seu penteado característico, um dos mais copiados do mundo.

Amizades, Amigos, Lembranças


Porque no final, o que nós realmente temos são memórias.

20 de julho, dia do amigo, dia da amizade. Os pontos mais essenciais para um ser humano, quando o assunto é amizade aparecem milhares de lembranças boas e ruins sobre pessoas que passaram e de pessoas que ainda estão na minha vida, as boas sempre camuflam as ruins.

Nesse dia poderia agradecer muitas pessoas que me decepcionaram, pois aprendi muito com essas decepções e também poderia agradecer aqueles que me suportaram nos momentos de tristeza ou de euforia. Obrigada! Amo todos vocês, e aprendi essa semana que amar não significa gostar, significa querer bem. Obrigada meus bons, velhos ou novos amigos, por todos os momentos, por todas as lembranças.

Futebol e Caridade

19 de Julho, dia nacional do futebol e dia da caridade, falar sobre futebol essa semana está complicado, depois do inacreditável  exame da Seleção Brasileira na Copa América, vamos falar de caridade.

Constantemente participo de campanhas beneficente para arrecadação de alimentos e roupas, a maior de todas é a do meu curso de inglês, Internacional Language Center, todos os anos dividimos a escola em equipes e cada equipe recebe uma cor, o objetivo de todas as equipes é arrecadar o maior número de roupas e alimentos, a equipe que mais arrecada material ganha um rodízio de churrasco ou pizza. O rodízio não é o maior prêmio, no ano passado arrecadamos 1,6 toneladas de alimentos e estamos com a meta de 2 toneladas esse ano, fazemos festivais de sorvete, feijoadas e vários outros eventos em que toda a renda é revertida em alimentos, o maior prêmio é o sorriso no rosto das pessoas que são beneficiadas, doamos para creches e instituições que acolhem famílias carentes de regiões periféricas da cidade.

Há várias instituições que recebem doações o ano todo, procure uma e faça um ato de caridade, essas instituições grandes ou pequenas precisam de doações o ano todo, e toda ajuda é bem-vinda.

Mas falando de futebol, que caridade podemos fazer para ajudar a Seleção? Quem tem coragem de ir buscar a bola do Elano? Me disseram que está onde Judas perdeu as botas. ;)