À minha família

Não há como fazer alguém parar de abrir maços a cada hora e se deixar levar pelo cilindro tóxico ali presente. Não há como fazer o remorso de uma mãe, que mudou tudo  por uma vida que dela saiu, sumir para sempre. Não há como colocar muito ensinamento nos pensamentos de uma garoto que se recusa a conhecer a puberdade e insiste em continuar com sua velha amiga infância.

Nada disso se modifica sem o querer dos indivíduos que possuem o problema, convencê-los: tarefa difícil, cansativa, constante e destrutiva. Tais atos corroem de dentro para fora, desgastam os que convivem diariamente de forma que outras ações se tornam mais exaustivas, às vezes dadas como impossíveis, insuportáveis.

Esse soldado gostaria de parar essa batalha aqui, mas não se pode, não é possível ignorar esses fatos, se tornar indiferentes a eles. É diária essa luta que só aparenta, para esse soldado, já perdida. Nossa felicidade não depende unicamente de nós, mas de quem está a nossa volta.

“É fácil amar os que estão longe. Mas nem sempre é fácil amar os que vivem ao nosso lado.” Madre Teresa de Calcutá

 

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